Foi realizada em São Manuel na manhã de ontem (26), a caminhada de
conscientização sobre o Câncer de Mama, ligada a Campanha Mundial “Outubro
Rosa”. Segundo os organizadores quase 100 pessoas participaram do evento
organizado pelo Grupo de Voluntários do Câncer de São Manuel, “a ideia é
mostrar para a população a importância do combate e prevenção da doença que
atinge ambos os sexos” relata a Dona Maria Irene Frederico, presidente do Grupo
de Voluntários do Câncer.
A caminhada teve início às 9h, saindo
da frente da sede da entidade, percorreu as principais ruas do centro da
cidade. Dra. Cláudia Ragazzi, fisioterapeuta, fez o preparo físico dos
participantes com uma série de exercícios de alongamento, o evento também contou
com uma palestra de prevenção ao Câncer de Mama, ministrada pela ginecologista
Dra. Luciana Innocenti Dinhane Salum.
Os participantes foram convidados a
irem de camiseta branca ou rosa, e contribuir com um litro de leite para a
entidade que distribuiu um broche em forma de laço, símbolo da campanha. Para
Dra. Andrea Monti, primeira dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade,
que participou da caminhada “campanhas como essa são de extrema importância
para que homens e mulheres esclareçam suas dúvidas sobre a doença e conheçam as
maneiras de prevenção”.
Quem também participou da caminhada
foi Márcia Biandan, diretora da Promoção Social, que destacou a participação de
São Manuel nessa campanha “Nossa cidade assim como várias cidades de todo o
Brasil realizaram no dia de hoje esta campanha de prevenção. Parabenizo a todos
que acordaram cedo neste sábado e contribuíram para que fosse um sucesso”.
Outubro Rosa
Outubro Rosa é um movimento
internacional que divulga a importância dos exames para diagnóstico precoce do
câncer de mama, o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo.
De acordo com o INCA – Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama
responde por 22% dos casos novos de
câncer a cada ano no Brasil. Em 2012 foram previstos 52 mil novos casos. No
país a mortalidade pela doença ainda é alta, em parte devido ao diagnóstico da
doença em estágios avançados. Porém, com diagnóstico precoce e tratamento
adequado, as chances de cura são maiores. Ao contrário do que pensava
antigamente, em que ter casos na família era quase certeza de desenvolver a
doença, a hereditariedade (predisposição genética ao câncer) corresponde por 5
a 10% do total de casos. No entanto, isso deve estimular uma visita ao
mastologista mais cedo. Fazer mamografia é fundamental para descobrir o câncer
no início. Depois dos 35 anos, deve-se ter um cuidado maior e fazer um exame
clínico anual, principalmente se houver fatores de risco, e mamografia se
houver alguma alteração. Mulheres entre 50 e 69 anos devem realizar mamografia
a cada dois anos e exame clínico anual.
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